domingo, 29 de agosto de 2010

Fé é a certeza de coisas que você não pode comprovar.

A maravilha da Bíblia é que ela não depende de você aceitá-la ou não. Ela existe por si só. Se você diz que precisa deste ou daquele esclarecimento para ter fé na Palavra de Deus, é porque você não entendeu o que é fé. Fé é a certeza de coisas que você não pode comprovar. Isso é fé. Fé é aceitar o cheque apenas confiando na palavra de quem o emitiu, mas sem nem mesmo ter um comprovante de extrato bancário para garantir que tenha fundos.

Se você pretende entender toda a Bíblia ou esclarecer todas as questões que ainda estejam obscuras antes de aceitar a Palavra de Deus, pode esquecer. Não é para a mente racional e crítica que Deus fala. Fé é a rendição de sua vontade à vontade de Deus, quer você a entenda ou não. Fé é submissão à Sua Palavra, ainda que ela às vezes lhe pareça obscura e intrincada para seu entendimento racional. Lembre-se, crer não é acreditar. Você pode acreditar que um cirurgião é competente, mas só irá crer quando precisar colocar sua vida nas mãos dele.
 

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O Divórcio

"Que haja Amor, Compaixão e Paz entre todos os seres do universo"

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.

Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

A cena se repete...o caminho...até a CRUZ...tudo igual. Socorro SENHOR!!!

Olho para a cruz, olho para JESUS......leio sobre sua jornada, sim........ seu percurso até a cruz.
CRUEL!!TRISTE!!!INSANO!!!HORRENDO!!!
Ah! Como puderam?
Por instantes penso que nada pode ser tão triste.
Então paro....espero...penso....choro....porque?
Porque nada mudou? Porque ainda não aprendemos?
Como podemos? Como......?
Ainda somos os mesmos.....o tempo passou......ainda somos os mesmo.
Talvez mais aperfeiçoados, mas experientes, mais eficientes, mais sutis, MAIS MALDOSOS do que nunca.
Continuamos calados para as injustiças, para a violência, para o adultério, para a depravação, para a corrupção....... para a DEGRADAÇÃO do ser humano.
Vamos dia a dia nos acostumando, aceitando e fazendo aquilo que Deus nos alertou a não fazer, TOMANDO A FORMA DO MUNDO.
Desde que não bata à nossa porta.....não é problema nosso.
E o "CARREGAI A CRUZ UM DO OUTRO"?
E o "AMAI TEU IRMÃO COMO A TI MESMO"?
E o "HONRAI PAI E MÃE"?
E..............
Para ser feliz vale tudo. Será?
Vale mesmo?
Por quanto tempo? Já pensou nisso?
POR QUANTO TEMPO?
A cruz está lá, continuará lá.....mas JESUS não.
ELE está aqui, ali, ai.....ao seu lado, ao meu lado..... e Ele vê....e sente....e ama.
E nós? O que temos feito?
NADA e NADA e NADA.
Tudo igual.....aquela jornada até a cruz. Vejo nós. Cada um de nós. A multidão gritando insana. Deixando-se conduzir até a cruz.....para novamente aceitar a injustiça, a maldade.......tudo igual.
Espera....espera.....nem tudo está igual....não é JESUS que vejo sendo carregado! Espera.... é meu irmão...é seu irmão....meu pai....seu pai....minha mãe....sua mãe....eu....você..... e agora?
Como dói..........ai........não posso suportar......PAI.....tem misericórdia. Perdoa-nos.
Até quando..........até quando.........até qu...?

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Escutatória

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar... Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil.

Diz Alberto Caeiro que... não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma. Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia. Parafraseio o Alberto Caeiro: Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma. Daí a dificuldade...

A gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor... Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração..... E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor...

Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade. No fundo, somos os mais bonitos...

Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios: Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. Vejam a semelhança...

Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio... Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as idéias estranhas. Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos..... Pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou.

Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades. Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza.. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado. Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou. Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. 

O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou. E, assim vai a reunião. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.

Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência... E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras. A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia... Que de tão linda nos faz chorar...

Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto. (Rubem Alves)

Projeto Bom Dia Coração
Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também pode crescer com os toques suaves na alma... Nada faz sentido neste mundo se não tocamos o coração de uma pessoa.
Tenha um lindo dia, com pequenas e constantes alegrias.
Do genial Rubem Alves,
lá das Minas Gerais...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A PEDRA

O distraído nela tropeçou.....
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe
a mais bela escultura.....
Em todos estes casos a diferença não estava na
pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não
possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Independente das pedras, no decorrer da vida,
não existirá uma que você não possa aproveitá-la
para seu crescimento espiritual.
Quanto a sua pedra atual, tenho certeza que Deus,
irá te dar sabedoria, para mais tarde você olhar para ela,
e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou na
sua vida, no seu crescimento espiritual.
Deus te abençoe.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

PARA REFLETIR......

"A Bíblia, toda a bíblia e nada mais que a bíblia, é a religião da igreja de Cristo". (Charles H.Spurgeon)

"Diante da Palavra, todos precisam ceder". (Martinho Lutero)

"Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus". (Jesus Cristo, em Mateus 22.29)

"Não me assusta o grito nos maus, o que me assusta é o silêncio dos bons." (Martin Luter King Jr.)

"Digno de admiração é aquele que tendo tropeçado ao dar o primeiro passo, levanta-se e segue em frente". (Carlos Fox)

"Qualquer ensinamento que não se enquadre nas Escrituras deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagre todos os dias". (Martinho Lutero)

"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o oposto". (Nelson Mandela)

"A cada dia que vivo, mais me convenço que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos a felicidade". (Carlos Drumonnd de Andrade)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Participantes da Natureza Divina

2 Pedro 1:4 - Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.

Escrevendo-nos sua Segunda Carta, o Apóstolo Pedro nos alerta quanto à corrupção do mundo e nos instrui sobre o modo de nos libertarmos dela: “Dessa maneira Ele nos deu as Suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornassem participantes da natureza divina...” (II Pedro 1:4).

Raramente se encontrará um bom crente que não tenha sido prejudicado pela corrupção e pela maldade do mundo. O que mais encontramos nele são as “astutas ciladas do Maligno”. Vivendo nesta Terra, o mínimo que sofremos são os desapontamentos e as injustiças, que enfraquecem nossa saúde espiritual.

Pedro nos diz que um dos poderosos recursos para nos dar libertação e crescimento é o de levar a sério as promessas do Senhor. De acordo com a gramática dos profetas, quando o Senhor nos faz uma promessa é sinal de que Ele já a cumpriu. Nós ainda não vemos seu cumprimento, por causa de nossa natureza humana. Lidar com as promessas como sendo bênçãos já concretizadas é participar, cada vez mais, da natureza divina. Isso quer dizer que, mesmo morando longe de águas, devemos construir nossa arca, por causa de Sua promessa de um dilúvio. Para a lógica da natureza humana, as promessas divinas soam como loucura. Aceitar a loucura das promessas do Senhor, entretanto, é um poderoso recurso para participarmos cada vez mais da natureza divina.
Pr. Olavo Feijó

terça-feira, 29 de junho de 2010