terça-feira, 30 de março de 2010
PERTO QUERO ESTAR
Sim meu Pai, meu Deus, meu provedor, meu melhor amigo.
Perto quero estar e permanecer junto a ti.
Não importam as circuntâncias.
Pra sempre te adorarei.
Não importa o que digam, eu conheço o teu amor por mim, sei que não importa quantas vezes eu vou cair, o importante é que o Senhor estará sempre esperando para me levantar.
Com teus braços de amor e de compreensão.
Com tua paz.
Sei que esta sempre aqui.
Sinto tua presença.
Reconheço a tua voz.
Santo Deus, Pai maravilhoso.
Obrigada por tuas palavras, obrigada pelas tuas promessas, obrigada pelo teu sacrificio naquela cruz, obrigada por me amar tanto.
Santo Jesus.
Amável Espírito Santo.
Poderoso Deus.
"Pelo que Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Cristo Jesus é o Senhor, para glória de Deus Pai". (Filipenses 2-9,11)
Amém
DEUS TRABALHA EM SEU FAVOR
"Desde os tempos antigos ninguém ouviu, nenhum ouvido percebeu, e olho nenhum viu outro Deus, além de ti, que trabalha para aqueles que nele esperam." (Isaías 64.4).
A declaração do profeta Isaías nos traz conforto até os dias de hoje. Quando lemos um versículo como esse, nossas forças são renovadas, pois sabemos que nosso Deus não nos pede nenhum sacrifício. Ele não barganha nem negocia seu amor e seu cuidado. Ele é o Deus que dá aos seus amados enquanto eles dormem. Temos visto isso na vida dos cristãos perseguidos, que enfrentam agressões ou prisões, mas permanecem convictos da fidelidade de Deus. Descanse no Senhor. Por mais que as circunstâncias não pareçam as melhores, descanse, pois há um Deus trabalhando em seu favor. (Deborah Stafussi – Editora - Missão Portas Abertas)
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ainda há tempo - Padre Fábio de Melo
Eu acho que a gente vive tão mal, que às vezes a gente precisa perder as pessoas pra descobrir o valor que elas têm. Às vezes as pessoas precisam morrer pra gente saber a importância que elas tinham, e isso aconteceu uma vez na minha vida.
Estava eu na minha casa, de manhã, quando recebi um telefonema dizendo que minha irmã estava morta. Minha irmã mais nova, cheia de vida... de repente não existe mais.
Fico pensando assim, que às vezes, na vida, o ensinamento mais doído seja esse: quando na vida nós já não temos mais a oportunidade de fazer alguma coisa, o inferno talvez seja isso - a impossibilidade de mudar alguma situação. E quando as pessoas morrem, já não há mais o que dizer, porque mortos não podem perdoar, mortos não podem sorrir, mortos não podem amar, nem tão pouco ouvir de nós que os amamos.
Eu me lembro que uma semana antes de minha irmã morrer, ela havia me ligado. Foi a última vez que eu falei com ela, e eu me recordo que naquele dia eu estava apressado, com muita coisa pra fazer, e fiz questão de desligar o telefone rápido. Sabe quando você fala, mas fala na correria, porque você tem muita coisa pra fazer? E foi assim... se eu soubesse que aquela seria a última oportunidade de ver minha irmã, de olhar nos olhos dela, de falar com ela, eu certamente teria esquecido toda a pressa, porque quando a vida é assim, e você sabe que é a ultima oportunidade, você não tem pressa pra mais nada. Já não há mais o que eu fazer, e essa é a beleza da última ceia de Jesus.
Não há pressa, o momento é feito para celebrar, a mística da última ceia está ali, Jesus reúne aqueles que pra ele tinha um valor especial, inclusive o traidor estava lá. E eu descobrir com isso, com a morte da minha irmã, que eu não tenho o direito de esperar amanhã pra dizer que amo, pra perdoar, para abraçar, dizer que é importante que é especial.
O amanhã eu não sei se existe, mas o agora eu sei que existe, e às vezes, na vida, nos perdemos... Eu me lembro quantas vezes na minha vida de irmão com ela, nós passávamos uma semana sem nos falarmos, porque houve uma briga, uma confusão. A gente se dava o luxo de passar uma semana sem se falar, e hoje eu não tenho mais nem 5 minutos pra conversar com alguém que foi importante, que foi parte de mim.
Não espere as pessoas morrerem, irem embora, não espere o definitivo bater na sua porta. Nós não conhecemos a vida e não sabemos o que virá amanhã. Viva como se fosse o último dia da sua história. Se hoje você tivesse que realizar a sua última ceia, porque é conhecedor que hoje é o último de sua vida, certamente você não teria tempo pra pressa. Você celebraria até o fim, e gostaria de ficar ao lado de quem você ama.
Viver o cristianismo é fazer a dinâmica da última ceia todos os dias. Viva como se fosse o último dia da sua vida; viva como se fosse a última oportunidade de amar quem você ama, de olhar nos olhos de quem pra você é especial.
E depois que minha irmã morreu, um tempo bem passado, eu descobrir porque eu gostava tanto dessa música que vou cantar agora. Ela não fala de um amor que foi embora; o compositor fez para a filha que morreu em um acidente; então, fica muito mais especial cantá-la e descobrir o cristianismo que está no meio das palavras, porque é assim, quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.
Estava eu na minha casa, de manhã, quando recebi um telefonema dizendo que minha irmã estava morta. Minha irmã mais nova, cheia de vida... de repente não existe mais.
Fico pensando assim, que às vezes, na vida, o ensinamento mais doído seja esse: quando na vida nós já não temos mais a oportunidade de fazer alguma coisa, o inferno talvez seja isso - a impossibilidade de mudar alguma situação. E quando as pessoas morrem, já não há mais o que dizer, porque mortos não podem perdoar, mortos não podem sorrir, mortos não podem amar, nem tão pouco ouvir de nós que os amamos.
Eu me lembro que uma semana antes de minha irmã morrer, ela havia me ligado. Foi a última vez que eu falei com ela, e eu me recordo que naquele dia eu estava apressado, com muita coisa pra fazer, e fiz questão de desligar o telefone rápido. Sabe quando você fala, mas fala na correria, porque você tem muita coisa pra fazer? E foi assim... se eu soubesse que aquela seria a última oportunidade de ver minha irmã, de olhar nos olhos dela, de falar com ela, eu certamente teria esquecido toda a pressa, porque quando a vida é assim, e você sabe que é a ultima oportunidade, você não tem pressa pra mais nada. Já não há mais o que eu fazer, e essa é a beleza da última ceia de Jesus.
Não há pressa, o momento é feito para celebrar, a mística da última ceia está ali, Jesus reúne aqueles que pra ele tinha um valor especial, inclusive o traidor estava lá. E eu descobrir com isso, com a morte da minha irmã, que eu não tenho o direito de esperar amanhã pra dizer que amo, pra perdoar, para abraçar, dizer que é importante que é especial.
O amanhã eu não sei se existe, mas o agora eu sei que existe, e às vezes, na vida, nos perdemos... Eu me lembro quantas vezes na minha vida de irmão com ela, nós passávamos uma semana sem nos falarmos, porque houve uma briga, uma confusão. A gente se dava o luxo de passar uma semana sem se falar, e hoje eu não tenho mais nem 5 minutos pra conversar com alguém que foi importante, que foi parte de mim.
Não espere as pessoas morrerem, irem embora, não espere o definitivo bater na sua porta. Nós não conhecemos a vida e não sabemos o que virá amanhã. Viva como se fosse o último dia da sua história. Se hoje você tivesse que realizar a sua última ceia, porque é conhecedor que hoje é o último de sua vida, certamente você não teria tempo pra pressa. Você celebraria até o fim, e gostaria de ficar ao lado de quem você ama.
Viver o cristianismo é fazer a dinâmica da última ceia todos os dias. Viva como se fosse o último dia da sua vida; viva como se fosse a última oportunidade de amar quem você ama, de olhar nos olhos de quem pra você é especial.
E depois que minha irmã morreu, um tempo bem passado, eu descobrir porque eu gostava tanto dessa música que vou cantar agora. Ela não fala de um amor que foi embora; o compositor fez para a filha que morreu em um acidente; então, fica muito mais especial cantá-la e descobrir o cristianismo que está no meio das palavras, porque é assim, quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.
“Não sei por que você se foi,
Quantas saudades eu senti,
E de tristezas vou viver,
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou a minha vida
Você marcou a minha vida
Viveu, morreu
Na minha história;
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo
desta sombra
Eu corro, fujo
desta sombra
Em sonho vejo
este passado,
este passado,
E na parede do
meu quarto
meu quarto
Ainda está o seu retrato.
Não quero ver pra
não lembrar,
não lembrar,
Pensei até em
me mudar...
me mudar...
Lugar qualquer que
não exista
não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...”
Agora o triste da música é que a gente precisa conjugar o verbo no passado, a pessoa já morreu, já não há mais o que fazer. Mas não tem nenhum sofrimento nessa vida que passe por nós sem deixar nenhum ensinamento...
Tem que nos ensinar, não dá pra sofrer em vão. Alguma coisa a gente tem que extrair...
Extraia o sofrimento e descubra o ensinamento. Se ele algum dia me tocou e me deixou algum ensinamento, eu faço questão de partilhá-lo com você agora. Depois da morte da minha irmã eu faço questão de viver a vida como se fosse o último dia.
Agora o triste da música é que a gente precisa conjugar o verbo no passado, a pessoa já morreu, já não há mais o que fazer. Mas não tem nenhum sofrimento nessa vida que passe por nós sem deixar nenhum ensinamento...
Tem que nos ensinar, não dá pra sofrer em vão. Alguma coisa a gente tem que extrair...
Extraia o sofrimento e descubra o ensinamento. Se ele algum dia me tocou e me deixou algum ensinamento, eu faço questão de partilhá-lo com você agora. Depois da morte da minha irmã eu faço questão de viver a vida como se fosse o último dia.
Já que o passado é coisa do inferno, e a gente não está no passado, muito menos no inferno, resta a possibilidade de mudar o verbo, de trazê-lo para o presente e de cantá-lo olhando para as pessoas que são especiais. Quem sabe cantando pra ela nesse momento...
Se ela está ao seu lado, se você tem algum amigo que mereça ouvir isso de você, alguém que faz diferença na sua história...
Ao invés de você dizer que gostava, você diz que gosta!
Vamos mudar o verbo! Vamos amar a vida! Vamos amar as pessoas antes que elas vão embora!
Ao invés de você dizer que gostava, você diz que gosta!
Vamos mudar o verbo! Vamos amar a vida! Vamos amar as pessoas antes que elas vão embora!
E eu!
Eu gosto tanto de você! Gosto tanto de você!
" O diabo fica nas esquinas da vida nos mostrando o que não fizemos, ao passo que Deus, segura em nossas mãos e nos mostra o que ainda pode ser feito."
PIPOCAS DA VIDA
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece conosco.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que sua maneira de ser é a melhor .
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que sua maneira de ser é a melhor .
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: Apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: ...............Vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é fixo, já que ficarão duras a vida inteira.
Deus é o fogo que amacia nosso coração, tirando o que nele há de melhor!
Acredite que para extrairmos o melhor de dentro de nós temos que , assim como a pipoca, passar pelas provas de Deus.
Talvez hoje você não entenda o motivo de estar passando por alguma coisa...
Mas tenha certeza que quanto mais quente o fogo, mais rápido a pipoca estoura.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é fixo, já que ficarão duras a vida inteira.
Deus é o fogo que amacia nosso coração, tirando o que nele há de melhor!
Acredite que para extrairmos o melhor de dentro de nós temos que , assim como a pipoca, passar pelas provas de Deus.
Talvez hoje você não entenda o motivo de estar passando por alguma coisa...
Mas tenha certeza que quanto mais quente o fogo, mais rápido a pipoca estoura.
Que a paz seja contigo e com toda a humanidade.
sábado, 27 de março de 2010
CIÚMES: ENTRISTECE A FACE DE DEUS E DILACERA A ALMA
..Idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, CIÚMES, iras, discórdias, dissensões, facções..." (Gálatas 5:20) CIÚMES ! Olha que interessante essa palavra. No grego o vocábulo "zelos" , que pode ser encontrada traduzida por "emulações" ou contendas", porém, tem um sentido, digamos, positivo que é "zelo" ou "ardor". O que muitos, que aceitaram a Jesus, desconhecem é que o Espírito Santo anseia por nós com ciúmes - (Tiago 4:5).
Leia mais....muito edificante.
sexta-feira, 26 de março de 2010
ATIRE A PRIMEIRA FLOR
Quando tudo for pedra... atire a primeira flor.
Quando tudo parecer caminhar errado,
seja você a tentar o primeiro passo certo.
Se tudo parecer escuro,
se nada puder ser visto
acenda você a primeira luz.
Traga para a treva você primeiro,
a pequena lâmpada.
Quando todos estiverem chorando,
tente você o primeiro sorriso.
Talvez não na forma de lábios sorridentes,
mas na de um coração que compreenda e de
braços que confortem.
Se a vida inteira for um imenso não,
não pare você na busca do primeiro sim,
ao qual tudo de positivo deverá acontecer.
Quando ninguém souber coisa alguma e você souber
um pouquinho, seja o primeiro a ensinar.
Começando por aprender você mesmo,
corrigindo-se a si mesmo.
Quando alguém estiver angustiado,
a procura nem se sabe de que, consulte bem o que se passa.
Talvez seja em busca de você, que
este seu irmão esteja.
Daí, portanto, você deve ser o primeiro a aparecer,
o primeiro a mostrar que pode ser o único
e mais sério ainda, o último.
Quando a terra estiver seca,
que sua mão seja a primeira a regá-la.
Quando a flor sufocar no espinho,
que sua mão seja a primeira a separar o joio,
a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor.
Se a porta estiver fechada,
venha de você a primeira chave .
Se o vento soprar frio,
que o calor de sua lareira,
seja a primeira proteção e o primeiro abrigo.
Se o pão for apenas massa e não estiver cozido,
seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.
Não atire a primeira pedra em quem erra.
Nem por outro lado, aplauda o erro.
Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu.
Sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido.
Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém.
Quando tudo for espinho atire a primeira flor.
Seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta.
Compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica,
que o auxilio possibilita, que o entendimento reconstrói.
Quando tudo parecer caminhar errado,
seja você a tentar o primeiro passo certo.
Se tudo parecer escuro,
se nada puder ser visto
acenda você a primeira luz.
Traga para a treva você primeiro,
a pequena lâmpada.
Quando todos estiverem chorando,
tente você o primeiro sorriso.
Talvez não na forma de lábios sorridentes,
mas na de um coração que compreenda e de
braços que confortem.
Se a vida inteira for um imenso não,
não pare você na busca do primeiro sim,
ao qual tudo de positivo deverá acontecer.
Quando ninguém souber coisa alguma e você souber
um pouquinho, seja o primeiro a ensinar.
Começando por aprender você mesmo,
corrigindo-se a si mesmo.
Quando alguém estiver angustiado,
a procura nem se sabe de que, consulte bem o que se passa.
Talvez seja em busca de você, que
este seu irmão esteja.
Daí, portanto, você deve ser o primeiro a aparecer,
o primeiro a mostrar que pode ser o único
e mais sério ainda, o último.
Quando a terra estiver seca,
que sua mão seja a primeira a regá-la.
Quando a flor sufocar no espinho,
que sua mão seja a primeira a separar o joio,
a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor.
Se a porta estiver fechada,
venha de você a primeira chave .
Se o vento soprar frio,
que o calor de sua lareira,
seja a primeira proteção e o primeiro abrigo.
Se o pão for apenas massa e não estiver cozido,
seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.
Não atire a primeira pedra em quem erra.
Nem por outro lado, aplauda o erro.
Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu.
Sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido.
Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém.
Quando tudo for espinho atire a primeira flor.
Seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta.
Compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica,
que o auxilio possibilita, que o entendimento reconstrói.
Atire você,
quando tudo for pedra,
a primeira
e decisiva flor...
quando tudo for pedra,
a primeira
e decisiva flor...
Desconheço o autor, mas que Deus o abençoe por estas palavras, em nome de Jesus. Amém
quinta-feira, 25 de março de 2010
Chico Xavier
Tenho navegado na internet e deparei-me com tantos assuntos referente Chico Xavier que confesso, fiquei assustada.
Vou colocar aqui o meu parecer e se estiver errada, por favor perdoem-me e se possível corrijam-me e convençam-me do contrário.
Temo todo aquele que acredita ter propriedade em dizer quem esta no céu e quem esta no inferno. Se nosso próprio Deus diz para não julgarmos, pois com a mesma medida que o fizermos também o fará conosco, será que podemos mesmo fazer estas afirmações?
A palavra de Deus diz que não somos salvos pelas obras de nossas mãos para que ninguém se vanglorie nisso, e se não somos salvos por elas, certamente também não seremos condenados pelas mesmas, pois a palavra de Deus diz que não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus.
Entendo que durante toda a sua vida Xico Chavier certamente levou muitas vidas para o inferno com seus ensinamentos de um evangelho distorcido e equivocado, porém eu pergunto, o ladrão que estava ao lado de Jesus também levou uma vida equivocada; e ainda sim em seu último momento de vida teve a oportunidade de arrepender-se e reconhecer quem era o verdadeiro e único Salvador; e hoje ele esta ao lado do Senhor, ou estou errada?
Eu não estava lá quando ele morreu, vc estava?
Eu não sei dizer qual foi seu último pensamento, não posso dizer que ele se arrependeu ou não, vc pode?
E se no último momento ele reconheceu; assim como o ladrão; que ele era apenas um pecador e que somente Jesus poderia salvá-lo de todos os seus erros e equivocos? E se ele pediu perdão?
Não temos um Deus que se compadece e nos perdoa?
Mesmo sabendo que Judas seria seu traidor, Jesus o chamou de amigo. Mas Judas não acreditou no grande amor do seu Senhor, e ao invés de se arrepender e aceitar o perdão, preferiu se matar.
Pedro negou Cristo por três vezes, porém arrependeu-se e acreditou no amor e no perdão e transformou-se em um grande pregador do evangelho de Jesus.
Desculpem o desabafo, mas não creio em um evangelho de acusações e condenações, não foi para isso que o Senhor nos chamou.
Jesus não caminhou apontando e julgando. Seu caminhar foi de amor, foi pelo amor que ele arrebanhou multidões, o amor de Deus nos constrange não nos condena. É o constrangimento diante de tanta bondade que nos faz querer ser melhores, é por receber tanto amor que nosso coração transborda e vem a necessidade de repartí-lo.
Perdoem-me novamente, mas não devemos perder tempo com as coisas que se passaram, com quem foi ou não para o inferno, é por estas e outras tantas coisas que muitas vezes perdemos o foco, perdendo assim o tempo que é tão precioso, o que importa de verdade é quem esta indo para o inferno, há um mundo inteiro a nossa frente para ser conquistado, há muitas vidas para serem ganhas para o Senhor.
Vamos pregar o amor, e só há uma maneira de fazer isso, falando de amor, vivendo o amor de Deus em nossas vidas.
Vamos em frente, rumo ao alvo.
Em nome de Jesus.
Amém
Orando sem parar.....
JESUS! VEM SARAR NOSSOS CORAÇÕES E MENTES! VEM NOS CONVERTER NOVAMENTE! NÃO SEGUNDO AS NOSSAS PRÓPRIAS CONCEPÇÕES DE CONVERSÃO, NEM SEGUNDO AQUILO QUE APRENDEMOS DAS TRADIÇÕES RELIGIOSAS DE HOMENS! NÃO SEGUNDO A PANTOMIMA, AO "TEATRINHO" BARATO NOS TEMPLOS RELIGIOSOS PROSELITISTAS DE APELOS QUE MAIS SERVEM PARA EXALTAR O EGO DE HOMENS QUE FAZEM DE SEUS "MINISTÉRIOS" NEGÓCIOS BASEADOS EM ESTATÍSTICAS DE APELOS E SUPOSTAS CONVERSÕES; E SIM SEGUNDO A REGENERAÇÃO QUE O SENHOR PODE, DE FATO E VERDADE, GERAR, FAZER EM NÓS PELA TUA PALAVRA, OH SENHOR! POR FAVOR JESUS, EM TEU NOME, LIVRA-NOS DESSA VIDA SEM VIDA, MORTA, MESMO QUE SEJA COM O NOME, COM O RÓTULO DE EVANGÉLICA!
Essa é a minha Oração! O meu Clamor!!!!! Amém e amém Jesus! Deus abençoe à todos!!!! God Save The Gospel and Christians!!!!
http://seminaristarobertoazevedo.blogspot.com/2010/02/alegria-e.html#comment-form
Essa é a minha Oração! O meu Clamor!!!!! Amém e amém Jesus! Deus abençoe à todos!!!! God Save The Gospel and Christians!!!!
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Estou Cansado!
Por: Ricardo Gondim Cansei!
Entendo que o mundo evangélico não admite que um pastor confesse o seu cansaço. Conheço as várias passagens da Bíblia que prometem restaurar os trôpegos. Compreendo que o profeta Isaías ensina que Deus restaura as forças do que não tem nenhum vigor. Também estou informado de que Jesus dá alívio para os cansados. Por isso, já me preparo para as censuras dos que se escandalizarem com a minha confissão e me considerarem um derrotista. Contudo, não consigo dissimular: eu me acho exausto. Não, não me afadiguei com Deus ou com minha vocação. Continuo entusiasmado pelo que faço; amo o meu Deus, bem como minha família e amigos. Permaneço esperançoso. Minha fadiga nasce de outras fontes. Canso com o discurso repetitivo e absurdo dos que mercadejam a Palavra de Deus. Já não agüento mais que se usem versículos tirados do Antigo Testamento e que se aplicavam a Israel para vender ilusões aos que lotam as igrejas em busca de alívio. Essa possibilidade mágica de reverter uma realidade cruel me deixa arrasado porque sei que é uma propaganda enganosa. Cansei com os programas de rádio em que os pastores não anunciam mais os conteúdos do evangelho; gastam o tempo alardeando as virtudes de suas próprias instituições. Causa tédio tomar conhecimento das infinitas campanhas e correntes de oração; todas visando exclusivamente encher os seus templos. Considero os amuletos evangélicos horríveis. Cansei de ter de explicar que há uma diferença brutal entre a fé bíblica e as crendices supersticiosas. Canso com a leitura simplista que algumas correntes evangélicas fazem da realidade. Sinto-me triste quando percebo que a injustiça social é vista como uma conspiração satânica, e não como fruto de uma construção social perversa. Não consideram os séculos de preconceitos nem que existe uma economia perversa privilegiando as elites há séculos. Não agüento mais cultos de amarrar demônios ou de desfazer as maldições que pairam sobre o Brasil e o mundo. Canso com a repetição enfadonha das teologias sem criatividade nem riqueza poética. Sinto pena dos teólogos que se contentam em reproduzir o que outros escreveram há séculos. Presos às molduras de suas escolas teológicas, não conseguem admitir que haja outros ângulos de leitura das Escrituras. Convivem com uma teologia pronta. Não enxergam sua pobreza porque acreditam que basta aprofundarem um conhecimento “científico” da Bíblia e desvendarão os mistérios de Deus. A aridez fundamentalista exaure as minhas forças. Canso com os estereótipos pentecostais. Como é doloroso observá-los: sem uma visitação nova do Espírito Santo, buscam criar ambientes espirituais com gritos e manifestações emocionais. Não há nada mais desolador que um culto pentecostal com uma coreografia preservada, mas sem vitalidade espiritual. Cansei, inclusive, de ouvir piadas contadas pelos próprios pentecostais sobre os dons espirituais. Cansei de ouvir relatos sobre evangelistas estrangeiros que vêm ao Brasil para soprar sobre as multidões. Fico abatido com eles porque sei que provocam que as pessoas “caiam sob o poder de Deus” para tirar fotografias ou gravar os acontecimentos e depois levantar fortunas em seus países de origem. Canso com as perguntas que me fazem sobre a conduta cristã e o legalismo. Recebo todos os dias várias mensagens eletrônicas de gente me perguntando se pode beber vinho, usar “piercing”, fazer tatuagem, se tratar com acupuntura etc., etc. A lista é enorme e parece inexaurível. Canso com essa mentalidade pequena, que não sai das questiúnculas, que não concebe um exercício religioso mais nobre; que não pensa em grandes temas. Canso com gente que precisa de cabrestos, que não sabe ser livre e não consegue caminhar com princípios. Acho intolerável conviver com aqueles que se acomodam com uma existência sob o domínio da lei e não do amor. Canso com os livros evangélicos traduzidos para o português. Não tanto pelas traduções mal feitas, tampouco pelos exemplos tirados do golfe ou do basebol, que nada têm a ver com a nossa realidade. Canso com os pacotes prontos e com o pragmatismo. Já não agüento mais livros com dez leis ou vinte e um passos para qualquer coisa. Não consigo entender como uma igreja tão vibrante como a brasileira precisa copiar os exemplos lá do norte, onde a abundância é tanta que os profetas denunciam o pecado da complacência entre os crentes. Cansei de ter de opinar se concordo ou não com um novo modelo de crescimento de igreja copiado e que vem sendo adotado no Brasil. Canso com a falta de beleza artística dos evangélicos. Há pouco compareci a um show de música evangélica só para sair arrasado. A musicalidade era medíocre, a poesia sofrível e, pior, percebia-se o interesse comercial por trás do evento. Quão diferente do dia em que me sentei na Sala São Paulo para ouvir a música que Johann Sebastian Bach (1685-1750) compôs sobre os últimos capítulos do Evangelho de São João. Sob a batuta do maestro, subimos o Gólgota. A sala se encheu de um encanto mágico já nos primeiros acordes; fechei os olhos e me senti em um templo. O maestro era um sacerdote e nós, a platéia, uma assembléia de adoradores. Não consegui conter minhas lágrimas nos movimentos dos violinos, dos oboés e das trompas. Aquela beleza não era deste mundo. Envoltos em mistério, transcendíamos a mecânica da vida e nos transportávamos para onde Deus habita. Minhas lágrimas naquele momento também vinham com pesar pelo distanciamento estético da atual cultura evangélica, contente com tão pouca beleza. Canso de explicar que nem todos os pastores são gananciosos e que as igrejas não existem para enriquecer sua liderança. Cansei de ter de dar satisfações todas as vezes que faço qualquer negócio em nome da igreja. Tenho de provar que nossa igreja não tem título protestado em cartório, que não é rica, e que vivemos com um orçamento apertado. Não há nada mais desgastante do que ser obrigado a explanar para parentes ou amigos não evangélicos que aquele último escândalo do jornal não representa a grande maioria dos pastores que vivem dignamente. Canso com as vaidades religiosas. É fatigante observar os líderes que adoram cargos, posições e títulos. Desdenho os conchavos políticos que possibilitam eleições para os altos escalões denominacionais. Cansei com as vaidades acadêmicas e com os mestrados e doutorados que apenas enriquecem os currículos e geram uma soberba tola. Não suporto ouvir que mais um se auto-intitulou apóstolo. Sei que estou cansado, entretanto, não permitirei que o meu cansaço me torne um cínico. Decidi lutar para não atrofiar o meu coração. Por isso, opto por não participar de uma máquina religiosa que fabrica ícones. Não brigarei pelos primeiros lugares nas festas solenes patrocinadas por gente importante. Jamais oferecerei meu nome para compor a lista dos preletores de qualquer conferência. Abro mão de querer adornar meu nome com títulos de qualquer espécie. Não desejo ganhar aplausos de auditórios famosos. Buscarei o convívio dos pequenos grupos, priorizarei fazer minhas refeições com os amigos mais queridos. Meu refúgio será ao lado de pessoas simples, pois quero aprender a valorizar os momentos despretensiosos da vida. Lerei mais poesia para entender a alma humana, mais romances para continuar sonhando e muita boa música para tornar a vida mais bonita. Desejo meditar outras vezes diante do pôr-do-sol para, em silêncio, agradecer a Deus por sua fidelidade. Quero voltar a orar no secreto do meu quarto e a ler as Escrituras como uma carta de amor de meu Pai. Pode ser que outros estejam tão cansados quanto eu. Se é o seu caso, convido-o então a mudar a sua agenda; romper com as estruturas religiosas que sugam suas energias; voltar ao primeiro amor. Jesus afirmou que não adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma. Ainda há tempo de salvar a nossa.
Soli Deo Gloria.
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